Cordel de Sílvia Maria de B. A. Andrade - UMÃS
Vivenciando a PEADS de 2005 pra cá
A nossa escola é outra já podemos destacar
Foram muitos os projetos de vida e sustentabilidade
Pois grande é nossa meta: mudar a realidade
A pesquisa é nosso forte, desdobrar é obrigação
Trabalhar com os alunos e devolver à população
Foram muitas as pesquisas pra comunidade conhecer
E depois com os resultados, estudar com mais prazer
Foram censos e trabalhos, pesquisados com amor
Tem trocas de experiências onde cada um é professor
Escola e comunidade o intercâmbio aumentou
Falando em conhecimento, aqui o que tem é doutor!
Aluno é professor, professor vira aluno
Comunidade ensinando o conhecimento profundo
A escola vem superando dificuldades existentes
E o índice melhorando, temos alunos inteligentes.
Escola e comunidade boas relações mantem
A familia é parceira nos nossos projetos também
A Escola corre atrás de resolver os problemas
Da nossa comunidade pra melhorar o dilema.
São significativas produções de escola e comunidade
Temos alunos destaques da pre-escola à faculdade
Temos também que dizer de tamanho contentamento
Pois a pesquisa nos leva a descobrir grandes talentos.
A história da comunidade é conteúdo a aprender
Na escola estudando a aula tem mais prazer
Na escola é o lugar de produções culturais
Revelando os talentos artísticos e profissionais.
Os profissionais são bons, a comunidade é parceira
Na solução de problemas estamos vencendo barreiras
Temos outros parceiros, vale a pena destacar
Os amigos da escola e o Conselho Escolar.
Nossa relação é boa, com a gestão municipal
Fortalecendo os projetos e o nosso potencial
O grande diferencial é o SERTA a parceria
Pesquisas e o Selo Unicef, melhorando a metodologia.
No campo de tudo tem, além da agricultura
Tem educação e prazer, e o que se vê é cultura
Escola de referência em Umãs não falta não
São duas belas escolas melhorando a educação.
A Escola Maria Dalva tem perfil bem aceitável
Com a PEADS estudamos o desenvolvimento sustentável
A escola agrícola de Umãs tem projetos arretados
E o Prêmio Gestão Escolar são sempre bem colocados.
No IDEB são referência as escolas já citadas
Graça à comunidade que também é compromissada
A Escola que estudamos com ensinamento pra vida
Hoje tem grande respeito a Maria Dalva querida.
Fazendo 60 anos de muita história a contar
É referência a mais tempo pois podemos destacar
Em 1950 quando aqui se fundou,
tinha outro nome a escola mas era rico o valor.
Era Típica Rural de Umãs, com professores de fora
Comprometidos e envolvidos, fazem parte dessa história
Muitos anos se passaram, tamanhas satisfações,
Grandes foram as conquistas, imensas as emoções.
Muitos nomes teve a escola, e professor a ensinar
E hoje a nossa cultura tem muito a apresentar
A Escola Maria Dalva tem história pra contar
Pelos seus 60 anos vamos parabenizar.
60 anos de história com festa presencial
E a melhor atração é o intercâmbio cultural
Escola de referência parceira da comunidade
pelos seus 60 anos parabéns e felicidades.
Hoje a festa é no campo, muita cultura a mostrar
Intercâmbio de cultura, muita arte a se mostrar
Poesia, música e artesanato, é grande o potencial,
Hoje tudo é mostrado na Mostra Cultural.
São muitos os municípios e parceiros no saber
Trocar a experiência, isso nos dá prazer
Salgueiro está sediando, Umãs está recebendo
Ecolas e comunidades e a cultura tecendo.
Tem gente de muito longe, sejam bem-vindos queridos
Não citaremos os nomes, pode alguém ser esquecido
No painel tem cada nome de honrados visitantes
Agradecemos a todos, pelo brilho desse instante.
Esse instante é importsnte, pela troca do saber
Mas cultura é algo forte, não devemos esquecer
É rica a oportunidade, temos muita interação
Com outras escolas aprendemos a arte e educação.
Não é só de agricultura que vive o povo no campo
Mas arte e muita cultura aqui se acha em todo canto
É sempre gratificante poder contar com vocês
Boa sorte para todos e até a próxima vez.
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sábado, 19 de junho de 2010
quarta-feira, 13 de maio de 2009
POESIA - O que encontramos na caatinga - Produção de alunos da Escola Anchieta Torres - Tuparetama
A natureza é como uma famíliaQue convive entre fatos
Várias plantas diferentes
Na caatinga unha-de-gato
Marmeleiro, rasga-beiço
Marimbondo, maniçoba e lagarto
Várias coisas muito estranhas
Tudo isso tem no mato
Marimbondo, maniçoba e lagarto
Várias coisas muito estranhas
Tudo isso tem no mato
Só lembrando das abelhas
Que da flor constroem o mel
Parasitas da madeira
Passarinhos vêm do céu
Que da flor constroem o mel
Parasitas da madeira
Passarinhos vêm do céu
O construtor das florestas
Faz seu prédio na catingueira
E o maestro sabiá
Faz seu show na bananeira
As formigas que trabalham
E o grilo que sai pulando
Tem a rã e tem o mosquito
E a cigarra vem cantando
Venha ver o que é o joão-de-barro
Passarinho de pena e de asa
Mais perfeito que a torre da França
Ele sozinho constrói sua casa.
---------------------------------------
Autores: Edilma Alves de Oliveira
Alcione Ferreira de Lima
Jayane Rafaelly de S. Silva
Daniele Perla Souza Torres
Faz seu prédio na catingueira
E o maestro sabiá
Faz seu show na bananeira
As formigas que trabalham
E o grilo que sai pulando
Tem a rã e tem o mosquito
E a cigarra vem cantando
Venha ver o que é o joão-de-barro
Passarinho de pena e de asa
Mais perfeito que a torre da França
Ele sozinho constrói sua casa.
---------------------------------------
Autores: Edilma Alves de Oliveira
Alcione Ferreira de Lima
Jayane Rafaelly de S. Silva
Daniele Perla Souza Torres
( Alunos do 1º ano do Ensino Médio - Escola Anchieta Torres - Tuparetama
Disciplina: Educação Ambiental)
Foto: Google Imagens
terça-feira, 12 de maio de 2009
Poesia de alunos da Escola Anchieta Torres - RECURSOS NATURAIS

Vamos preservar a caatinga
A abelha, os pássaros, a borboleta
Os recursos naturais
Merecem outra faceta.
As plantas são indispensáveis
Para a vida do nosso planeta.
Ao ficarmos em silêncio
Ouvimos com enorme satisfação
A beleza em geral da natureza
Que nos proporciona atenção.
Cada criança, cada adulto e cada pessoa
Pode dar sua contribuição
Cuidar da natureza todos juntos em mobilização.
De todas as riquezas da natureza
Uma jamais pode faltar
Ela é a fonte de riqueza
Ela é a água que ajuda
Nossa vida melhorar.
A vida nasceu da água
A água é fonte de vida
Dois terços da terra é água
Essa história é conhecida
Dois terços do nosso corpo
É de água abastecida.
Mais de dois terços da água
Que há na terra ofertada
Só dois e meio por cento
É água doce abençoada
Pois quase oitenta por cento
É só de água salgada.
Na caatinga à noite
Uma nuvem se desata
Deus a penera na mão
Faz uma chuva de prata
Parece o pranto do mundo
Que o horizonte retrata.
Autores:
Edilma Alves de Oliveira
Alcione Ferreira de Lima
Jayane Rafaelly de S. Silva
Daniele Perla Souza Torres
Alunos do 1º Ensino Médio -
ESCOLA ANCHIETA TORRES - TUPARETAMA
ESCOLA ANCHIETA TORRES - TUPARETAMA
Disciplina: Educação Ambiental
Foto: Google imagens
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
PRODUÇÃO DE ALUNO DA ESCOLA MARIA GOMES - TACARATU - Poesia

AQUECIMENTO GLOBAL
Para este poema
Eu peço reflexão,
Pois, este é o sistema
Desta quente nação
Este é um grande problema
Que causa destruição.
O planeta está aquecendo
Cada vez mais
Tem gente sofrendo
E também animais
Por causa da poluição
Que o homem só faz.
A camada de ozônio
Está se aprofundando
Câncer no povo
Por causa disto está dando
Porque os raios ultravioletas
Na mesma está passando.
O planeta era perfeito
Só que isso está mudando
Com seu progresso doente
O mundo está se acabando
Porque o homem coitado
Vai acabar se matando.
Ele era uma fortaleza
De dengosa perfeição
Mas estão destruindo a natureza
Acabando com a beleza
Provocando erosão
Que é o desgaste do chão.
Não seja perneta
Vou passando os sinais
Para o bem do planeta
Com recursos naturais
Que do homem faz faceta
Afirmo isso por demais.
A natureza está pedindo
A sua orientação
E o homem insistindo
Causando destruição,
Pois, está sendo prejudicado
Com o ato da poluição.
Faço um apelo,
Pois, o mundo vai mal
Está derretendo gelo
Com o aquecimento global
Preserve-o como um selo
De uma carta naval.
Moramos neste planeta
E não podemos nos mudar
Se viver é uma faceta
Temos mais que preservar
Com ele não se meta,
Pois, é o seu o meu lugar.
Vivemos aqui na terra
Que é grande em extensão
Mas para que destruir a Amazônia
Que é o nosso pulmão
Isso fica para vocês
Como reflexão.
Eu peço reflexão,
Pois, este é o sistema
Desta quente nação
Este é um grande problema
Que causa destruição.
O planeta está aquecendo
Cada vez mais
Tem gente sofrendo
E também animais
Por causa da poluição
Que o homem só faz.
A camada de ozônio
Está se aprofundando
Câncer no povo
Por causa disto está dando
Porque os raios ultravioletas
Na mesma está passando.
O planeta era perfeito
Só que isso está mudando
Com seu progresso doente
O mundo está se acabando
Porque o homem coitado
Vai acabar se matando.
Ele era uma fortaleza
De dengosa perfeição
Mas estão destruindo a natureza
Acabando com a beleza
Provocando erosão
Que é o desgaste do chão.
Não seja perneta
Vou passando os sinais
Para o bem do planeta
Com recursos naturais
Que do homem faz faceta
Afirmo isso por demais.
A natureza está pedindo
A sua orientação
E o homem insistindo
Causando destruição,
Pois, está sendo prejudicado
Com o ato da poluição.
Faço um apelo,
Pois, o mundo vai mal
Está derretendo gelo
Com o aquecimento global
Preserve-o como um selo
De uma carta naval.
Moramos neste planeta
E não podemos nos mudar
Se viver é uma faceta
Temos mais que preservar
Com ele não se meta,
Pois, é o seu o meu lugar.
Vivemos aqui na terra
Que é grande em extensão
Mas para que destruir a Amazônia
Que é o nosso pulmão
Isso fica para vocês
Como reflexão.
Autor: Aldo José de Lima –
Escola Maria Gomes – Tacaratu – PE
sábado, 14 de fevereiro de 2009
PRODUÇÃO DE ALUNO - POESIA

caatinga em flor / foto retirada do site: www.overmundo.com
Autor: Aldo José de Lima – Escola Maria Gomes – Tacaratu - PE
O clima aqui é quente
É retorcida a vegetação
Água muita tem pra gente
Às vezes dentro do chão.
Aqui é terra de homem decente
De caboclo bravo valente
Homem de gênio de serpente
Feito bravo Lampião
Cangaceiro de patente
Que fez história no sertão.
Eu dou valor a esta terra,
Pois, este é meu lugar
Eu gosto da cantoria
Do estalar da poesia.
Do galo a cantar
Na casinha do pé da serra,
Gosto do bravo vaqueiro
Que dentro do marmeleiro
Pega o boi amarra e ferra
Eu prezo este lugar
Amo a minha terra.

É retorcida a vegetação
Água muita tem pra gente
Às vezes dentro do chão.
Aqui é terra de homem decente
De caboclo bravo valente
Homem de gênio de serpente
Feito bravo Lampião
Cangaceiro de patente
Que fez história no sertão.
Eu dou valor a esta terra,
Pois, este é meu lugar
Eu gosto da cantoria
Do estalar da poesia.
Do galo a cantar
Na casinha do pé da serra,
Gosto do bravo vaqueiro
Que dentro do marmeleiro
Pega o boi amarra e ferra
Eu prezo este lugar
Amo a minha terra.

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